Cronologia Golpe Militar

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International Crisis Group (acontecimentos mês a mês)

From 18 March Presidential Election to 4 June

https://guinebissaudocs.wordpress.com/2012/06/06/fact-sheet-for-the-security-council-briefing-on-guinea-bissau/

Cronologia até 12 de Abril

– 12 de abril: “Não haverá campanha para ninguém, já afirmamos e repetimos  várias vezes que não haverá campanha a nível nacional. Caso vier alguém  a fazer campanha a responsabilidade será desse alguém e as consequências  serão dessa pessoa, porque eles sabem que não há condições para que ninguém  faça campanha”, afirma Kumba Ialá na véspera do início da campanha eleitoral  para a segunda volta das presidenciais.

– 12 de abril: Kumba Ialá pede à comissão eleitoral que retire a sua  fotografia dos boletins de voto da segunda volta, mantendo a recusa em participar  na disputa com Carlos Gomes Júnior.

– 12 de abril: A CPLP, cuja presidência rotativa é ocupada por Angola,  anuncia uma reunião de ministros dos negócios estrangeiros, a decorrer no  sábado em Lisboa.

– 11 de abril: A segunda volta das eleições presidenciais da Guiné-Bissau  é “remarcada” para 29 de abril.

– 09 de abril: O Presidente de Angola decide pôr fim à missão de conselheiros  militares angolanos na Guiné-Bissau (Missang).

– 07 de abril: A CEDEAO lembra aos militares guineenses a responsabilidade  de “respeitar escrupulosamente a ordem constitucional”.

– 05 de abril: A Comissão Nacional de Eleições (CNE) da Guiné-Bissau  suspende o início da campanha eleitoral para a segunda volta das presidenciais.

– 03 de abril: Kumba Ialá não reconhece mediador da CEDEAO para acabar  com impasse eleitoral

– 02 de abril: A Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental  (CEDEAO) nomeia Alpha Condé, Presidente da Guiné-Conacri, como mediador  do impasse eleitoral na Guiné-Bissau.

– 28 de março: Segunda volta das presidenciais marcada para 22 de abril

– 28 de março: A Comissão Nacional de Eleições (CNE) da Guiné-Bissau  considera improcedentes as reclamações de fraude apresentadas por cinco  candidatos nas eleições presidenciais.

– 22 de março: Kumba Ialá, segundo candidato mais votado nas presidenciais,  recusa participar na segunda volta.

– 21 de março: O ex-chefe de Estado Maior General das Forças Armadas  da Guiné-Bissau, Zamora Induta, pede refúgio na delegação da União Europeia  em Bissau.

– 21 de março: Os resultados da primeira volta das presidenciais determinam  que a segunda volta seja disputada pelos candidatos Carlos Gomes Júnior  (49 por cento dos votos) e Kumba Ialá (23 por cento dos votos).

– 20 de março: O chefe das forças armadas, António Indjai, reúne-se  com o embaixador angolano em Bissau, general Feliciano dos Santos, e diz  posteriormente que o diplomata lhe perguntou “se estava a forjar um golpe  de Estado”, visto ter informações de Angola nesse sentido. Indjai afirma  também pediu uma reunião de urgência com o Presidente da República interino  e com o Governo, a quem deu a conhecer o teor da conversa e “todos ficaram  chocados” e solicitou ainda que se diligenciasse do Governo de Angola para  que a missão angolana entregasse os meios bélicos que dispõe em Bissau.

– 20 de março: Cinco dos principais candidatos às eleições presidenciais  — Kumba Ialá, Henrique Rosa, Serifo Nhamadjo, Serifo Baldé e Afonso Té  – exigem a “nulidade” da votação e um novo recenseamento eleitoral “credível”.

– 19 de março: O ex-chefe das informações militares da Guiné-Bissau,  Samba Djaló, é assassinado a tiro em Bissau.

– 18 de março: A Comissão Nacional de Eleições (CNE) da Guiné-Bissau  considera que as eleições decorreram “dentro da normalidade e sem incidentes  de maior”.

História da Guiné-Bissau

Outras Cronologias

Fontes:

  • Lusa
  • Principais acontecimentos desde eleições presidenciais na Guiné-Bissau – SIC Notícias
  • IRIN
  • ONU FACT SHEET FOR THE SECURITY COUNCIL BRIEFING ON GUINEA-BISSAU