Missang

Ditadura do Consenso: Comida para todos… AAS

Comida para todos… AAS

Publicada por António Aly Silva em 18:25

via Ditadura do Consenso: Comida para todos… AAS.

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Presença da Missang custou 10 milhões de dólares a Angola – Notícias – Sapo Notícias

Luanda, 10 jun (Lusa) – A manutenção de 270 militares e polícias na Guiné-Bissau, no âmbito da presença da Missang, custou 10 milhões de dólares (cerca de 8 milhões de euros) A Angola, noticia hoje o Jornal de Angola.

Daquela verba constam ainda os gastos resultantes com a execução de vários projetos para os setores da Defesa e Segurança guineenses, acrescenta o diário estatal angolano, que cita o tenente-general Gildo dos Santos, comandante da Missang.

A Missão de Angola na Guiné-Bissau foi criada ao abrigo de um protocolo assinado entre os dois países, no âmbito da ajuda de Angola ao Programa de Reforma das Forças Armadas Guineenses.

O programa, interrompido na sequência do golpe de estado executado a 12 de abril passado e que depôs o Presidente da República Interino, Raimundo Pereira e o primeiro-ministro Carlos Gomes Júnior, estava orçamentado em 13 milhões de dólares e incluía a reparação de quartéis militares e esquadras policiais, a reorganização administrativa, a formação técnica e adestramento militar, bem como a formação de efetivos em instituições de ensino militar e policial em Angola.

Na sequência da chegada, sábado, a Luanda dos últimos militares angolanos que se encontravam estacionados em Bissau, o Governo divulgou um comunicado em que manifesta ter cumprido o seu dever.

“Apesar de não ter sido concluído o programa previsto no acordo e no protocolo, por razões alheias à sua vontade, o Governo angolano retirou a Missang com a firme e inequívoca convicção de dever cumprido”, lê-se no comunicado.

O documento acrescenta que a Missang soube “preservar a atitude de equidistância em relação a todas as partes e de não ingerência nos assuntos internos da Guiné Bissau, mantendo a frieza necessária, mesmo perante as provocações inusitadas daqueles que pretendiam justificar a ilicitude dos seus atos”.

O chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas, general Geraldo Sachipengo Nunda, e o comandante geral da Polícia Nacional, comissário-geral Ambrósio de Lemos, receberam os efetivos regressados de Bissau.

A Missang foi substituída por forças da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), comandadas pelo tenente-general Guibanga Barro, do Burkina Faso.

EL

Lusa/Fim

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Últimos militares angolanos deixaram Bissau – Globo – DN

por Lusa Hoje

Os últimos 96 militares da missão de Angola na Guiné-Bissau (Missang) deixaram hoje Bissau, pondo termo à cooperação técnico-militar do governo de Luanda.

Com o fim da missão ficam também cancelados os apoios que Angola estava a dar à Guiné-Bissau, nomeadamente na construção e remodelação de infraestruturas de defesa e segurança.

“Todos os financiamentos que tinham sido preparados para o projeto militar com a Guiné-Bissau estão interrompidos”, disse hoje aos jornalistas, na sede da Missang, o encarregado de negócios de Angola em Bissau, Luís dos Santos.

O governo angolano interrompeu a Missang (missão técnico-militar na Guiné-Bissau de apoio à reforma do setor de Defesa e Segurança) na sequência de atritos com as forças armadas guineenses.

É, segundo Luís dos Santos, uma “saída triste”, porque acontece “num momento de grandes problemas” na Guiné-Bissau.

“A Missang esteve cá ao abrigo de um acordo entre os dois países e a sua interrupção acontece por acontecimentos políticos internos”, disse o responsável, acrescentando que ainda assim a missão angolana “cumpriu o seu papel” e sai “com o sentimento do dever cumprido”.

As últimas componentes da Missang, militares e material, partiram em três aviões angolanos, um Boeing e dois Ilyushin (de carga) e a saída foi supervisionada pela ECOMIB, Força da CEDEAO (Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental) que está no país, na sequência do golpe de Estado de 12 de abril passado.

Gnibanga Barro, o chefe da ECOMIB, esteve no aeroporto de Bissau a despedir-se dos últimos homens da Missang.

A força angolana, constituída por cerca de 200 militares, estava num antigo hotel de Bissau, um edifício comprado pelo governo de Angola e que a partir de segunda-feira passa a ser a embaixada de Angola na Guiné-Bissau.

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Segundo avião transporta mais militares e material de missão angolana

Bissau, 06 jun (Lusa) – Quinze militares angolanos que faziam parte da missão na Guiné-Bissau (Missang) deixaram na tarde de hoje o país, na sequência do fim da cooperação angolana, constatou a Lusa.

Depois de na manhã de hoje um avião de carga Ilyushin ter levado de volta a Angola material militar e soldados, durante a tarde aterrou outro avião idêntico (de carga, fabrico russo), que transportou duas viaturas e mais 15 sargentos.

Para quinta-feira estão previstos mais três voos, para transportar militares e material, devendo a operação de retirada da Missang ser concluída na sexta-feira.

Angola enviou também um navio, que está ancorado no porto de Bissau também já carregado com material militar. A partida do navio, segundo fonte oficial, está prevista para quinta-feira às 13:00, devendo chegar a Angola 10 dias depois.

Angola decidiu acabar com a Missang na sequência de atritos com as hierarquias militares da Guiné-Bissau.

A saída dos militares e material angolano foi observada por forças de segurança da Guiné-Bissau e pela força da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), que será constituída por mais de 600 elementos e que tem estado a chegar à Guiné-Bissau.

A Missang, missão técnica de apoio à reforma do setor de defesa e segurança da Guiné-Bissau, era constituída por cerca de 200 elementos.

FP.

via PÁGINA GLOBAL: GUINÉ-BISSAU: COMPACTO DE NOTÍCIAS.

Primeiros 15 militares da missão angolana deixam o país

Bissau, 06 jun (Lusa) – Os primeiros 15 militares da missão angolana na Guiné-Bissau (Missang) deixaram o país na manhã de hoje a bordo de um avião da força aérea angolana, devendo durante a tarde efetuar-se mais um voo.

A Missang começou hoje a retirar-se da Guiné-Bissau, uma decisão de Angola na sequência de atritos com as forças armadas guineenses.

Também hoje começou a ser carregado material militar angolano num navio acostado no porto de Bissau.

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Missão angolana para a Guiné-Bissau começa a sair esta quarta-feira – ANGONOTÍCIAS

06-06-2012 | Fonte: RTP

A missão militar angolana na Guiné-Bissau (Missang) começa na quarta-feira a retirar-se do país, um processo que vai demorar cinco dias, disse hoje à Lusa fonte da embaixada de Angola.

Segundo a fonte, chegará a Bissau um navio, que irá transportar o material que a Missang tem na Guiné-Bissau, e na quarta-feira inicia-se também o regresso a casa dos mais de 200 militares angolanos.

Serão feitos oito voos com quatro aviões (dois voos por avião), precisou a fonte. O processo de retirada da Missang será supervisionado pela Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO).

O governo angolano decidiu acabar com a missão na Guiné-Bissau, na sequência de atritos com as forças armadas guineenses, que acusaram as forças angolanas de se reforçarem com material bélico que nunca entregaram às Forças Armadas da Guiné-Bissau.

Por causa da Missang, o ministro da Defesa de Angola visitou a Guiné-Bissau a 03 de Abril, para entregar uma carta de José Eduardo dos Santos, Presidente de Angola, a Raimundo Pereira, Presidente interino da Guiné-Bissau.

A 09 de abril, Angola enviou a Bissau o ministro dos Negócios Estrangeiros, no mesmo dia em que o porta-voz das Forças Armadas da Guiné-Bissau, Daba Na Walna, dava uma conferência de imprensa para negar qualquer responsabilidade dos militares na saída da Missang, ao contrário do que fazia crer, disse, o governo guineense.

Três dias depois (12 de abril), os militares guineenses fizeram um golpe de Estado, prendendo o Presidente interino, Raimundo Pereira, e o primeiro-ministro, Carlos Gomes Júnior. A justificação foi a defesa contra uma alegada agressão externa.

A 13 de abril, em comunicado, o Comando Militar (autor do golpe) disse que foi forçado a agir para defender as Forças Armadas guineenses de uma agressão, que seria conduzida pelas Forças Armadas de Angola, no âmbito da União Africana.

O Comando Militar afirmou, na altura, estar na posse de um “documento secreto” que teria sido elaborado pelo Governo de Bissau a mandatar as forças angolanas, ao abrigo da União Africana, para atacarem os militares guineenses.

Com o fim da Missang é suspensa também a cooperação militar entre os dois países. Em janeiro, o governo de Angola tinha disponibilizado 13,2 milhões de euros para a recuperação de infraestruturas das Forças Armadas, especialmente para recuperação de casernas.

A Missang estava também a recuperar e construir estruturas para as forças de segurança, um projeto de 5,7 milhões de euros e que incluía a construção de um Centro de Instrução da Polícia de Ordem Pública (POP) e de armazéns de logística, e a reabilitação do Ministério do Interior e do Comissariado Geral da POP.

Seriam também construídas instalações da Polícia de Trânsito e reabilitados os edifícios para a instalação da Polícia de Intervenção Rápida.

Angola, para já, disse também a fonte, não vai enviar para Bissau o embaixador, ausente desde abril.

via Missão angolana para a Guiné-Bissau começa a sair esta quarta-feira – ANGONOTÍCIAS.

Withdrawal of Angolan troops from G. Bissau postponed

BISSAU, May 29, 2012 (AFP) – The withdrawal from Guinea-Bissau of Angolan soldiers, whose presence was cited as the reason for an April coup, has been postponed, a military source told AFP on Tuesday.

The 600-strong military mission “will stay a few more days or maybe even weeks,” an officer with the Guinea-Bissau military said on condition of anonymity.

“It is not easy to withdraw a contingent of several hundred men,” the officer said, adding that the soldiers would eventually leave as planned.

The west African ECOWAS bloc said earlier that the Angolan troop withdrawal would begin on Tuesday.

The Guinea-Bissau army staged a coup in the notoriously unstable country on April 12, saying it did so because of an alleged secret military deal signed by the government with Angola, a fellow ex-Portuguese colony.

ECOWAS had deployed 600 troops to Guinea-Bissau to replace the Angolans and keep order in the country during a one-year transition until fresh elections are held, with the last batches arriving in the country on Sunday.

aye/tmo/yad/ch

via Guiné-Bissau Docs (2988).

Novas da Guiné Bissau: CEMGFA guineense ameaçou 2 semanas antes do golpe atacar tropas angolanas em Bissau – Inforpress

CEMGFA guineense ameaçou 2 semanas antes do golpe atacar tropas angolanas em Bissau – Inforpress

Cabo Verde estava a par desde o dia 05 deste mês da possibilidade de, em breve, eclodir uma nova crise político-militar na Guiné-Bissau, depois de António Indjai ter ameaçado, nesse dia, atacar as tropas angolanas em Bissau.

Atualizado às 21.15

via Novas da Guiné Bissau: CEMGFA guineense ameaçou 2 semanas antes do golpe atacar tropas angolanas em Bissau – Inforpress.