Militar acusado de ataque em Bissau nunca teve estatuto de asilo político em Portugal – Governo – MSN Notícias. Toda a informação aqui no MSN. Powered by Lusa.

O Governo português esclareceu hoje, através do Ministério dos Negócios Estrangeiros, que o militar acusado pelo Governo de transição guineense de ter liderado um ataque em Bissau “não tem, nem nunca teve, o estatuto de asilo político em Portugal”.

ARQUIVO: Ministério dos Negócios Estrangeiros em Lisboa. JOSÉ SENA GOULÃO / LUSA

ARQUIVO: Ministério dos Negócios Estrangeiros em Lisboa. JOSÉ SENA GOULÃO / LUSA

Lisboa, 28 out (Lusa) – O Governo português esclareceu hoje, através do Ministério dos Negócios Estrangeiros, que o militar acusado pelo Governo de transição guineense de ter liderado um ataque em Bissau “não tem, nem nunca teve, o estatuto de asilo político em Portugal”.

“Em relação a alegações recentemente efetuadas pelas entidades guineenses não reconhecidas internacionalmente de que o capitão Pansau N’Tchama teria tido estatuto de asilo político em Portugal, o Governo português esclarece que esse cidadão guineense não tem, nem nunca teve, o estatuto de asilo político em Portugal”, disse à Lusa o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Miguel Guedes.

“O Estado português não se presta por isso, em nenhumas circunstâncias, a qualquer instrumentalização para efeitos de questões internas do poder militar em Bissau”, acrescentou.

O Governo de transição guineense, formado na sequência do golpe militar de 12 de abril deste ano, exigiu hoje “uma explicação clara e justificada” de Lisboa sobre “a expedição terrorista do capitão Pansau N´Tchama à Guiné-Bissau”, antes de “ser forçado a rever as suas relações com Portugal”.

A exigência surgiu em forma de comunicado do Conselho de Ministros, após uma reunião extraordinária na sequência da prisão, no sábado, de Pansau N´Tchama, acusado pelas autoridades da Guiné-Bissau de ter sido o responsável por um ataque a um quartel no passado domingo, 21 de outubro, de que resultaram seis mortos.

Também hoje, o porta-voz do Estado-Maior das Forças Armadas guineenses, o tenente-coronel Daba Na Walna, afirmou que Portugal de forma “direta ou indireta sabia das movimentações” do capitão Pansau N’Tchama.

“Como é que um indivíduo que se encontrava em Portugal, com o estatuto que ninguém sabe ao certo se residente ou se exilado político, aparece aqui a atacar um quartel fortificado? Portugal não cuidou bem da vigilância ao Pansau”, afirmou Na Walna.

PNG/FP/MB // MSF

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