Ação Cidadã Cidadania Ativa nº 9 “Ética de condução e código de estrada”.

Nesta edição nº 9 de Cidadania Ativa pretende-se centrar a reflecção sobre as questões relacionadas com a ética comportamental nas estradas e relacioná-la com o que está previsto na lei em termos de código de estrada. Antes de mais, se calhar, convinha tentar deixar mais claro, entre os guineenses ou entre os “bissauenses” ou entre os cidadãos de um determinado bairro, o que é ou o que deverá ser considerado eticamente certo ou errado? Por outras palavras, que tipos de comportamentos são eticamente aceites nessa sociedade e que tipo de comportamentos são eticamente rejeitados?

Respondidas estas questões iniciais, talvez estaremos melhor posicionados para refletir sobre as questões diretamente

relacionadas com as estradas e suas regras. Nesse sentido, convém questionar os critérios básicos para a obtenção duma licença/carta

para condução de veículos. Que critérios são esses? Um dos critérios deve passar, certamente, pela obtenção duma escolaridade mínima. Será que chega? Num país em que a taxa de analfabetismo ronda 48% da população, que outras estratégias são adotadas para contornar esta falta de escolarização dos utilizadores da via pública? Que competências têm os serviços de Viação e Transporte para além de concessão de licenças? Em relação as escolas de condução, são supervisionadas, fiscalizadas e avaliadas? Se são, de que forma? No que toca a brigada da polícia de trânsito, qual é, verdadeiramente, a sua função e competência? Que tipo de relação existe entre a brigada de trânsito e os serviços de viação e transporte?

Quando se fala do comportamento na via pública, pensa-se, obviamente, num dos elementos fundamentais neste “palco” de interação: os condutores dos veículos. Assim, que tipo de comportamento deve-se esperar de um condutor? O comportamento, a responsabilidade de um condutor de veículo pessoal/privado deve ser diferente do condutor de veículo de transporte público? Que papel pode desempenhar o sindicato dos profissionais dos transportes públicos na mudança comportamental dos seus associados?

Por último, e não menos importante, o cidadão comum: como se deve comportar na via pública? Como pode diminuir a complicação duma via pública já de si complicada? E quando se sente lizado, o que pode fazer? Por outro lado, como um cidadão comum pode contribuir para melhorar os comportamentos na via pública?

via Ação Cidadã.

Deixe aqui o seu comentário

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s