Sonangol opera bloco petrolífero na Guiné-Bissau

Sonangol opera bloco petrolífero na Guiné-Bissau

Apesar de o mapa sobre a exploração petrolífera no golfo da Guiné atestar que três dos nove blocos existentes estão em fase de prospecção, até ao fecho desta edição não foi possível apurar o valor a ser investido pela multinacional angolana na prospecção de petróleo na Guiné-Bissau.

A Sonangol prepara-se para explorar petróleo num bloco petrolífero localizado nas águas territoriais da Guiné-Bissau, segundo revela um mapa sobre a produção petrolífera no golfo da Guiné, publicado em Abril último pela Questoffshore, multinacional norte-americana de consultoria em matéria de inteligência, marketing e estratégia no sector de petróleo e gás.

De acordo com o mapa da Questoffshore, a Sonangol está no bloco 7A, mas, no entanto, ainda não avançou para a fase de prospecção (procura por reservas de petróleo num determinado bloco petrolífero).

Até ao fecho desta edição (08.05) não foi possível apurar o valor a ser investido pela multinacional angolana no arranque da prospecção de petróleo na Guiné-Bissau. Porém, sabe-se que investimentos do género podem ultrapassar os 25 milhões USD.

O mapa sobre a exploração petrolífera no golfo da Guiné atesta que estão em fase de exploração três dos nove blocos petrolíferos existentes. O documento aponta a petrolífera sueca Svenska, que opera os blocos 2 e 6A, como a maior investidora do sector naquela nação africana.

Descobertas, conforme revela o mapa em referência, foram feitas também nos campos Sinapa1 e 2, operados pela companhia Svenska, que detém 55% das acções, FAR Limited, empresa listada na bolsa australiana, com15%, e pela Petroguin (30%).

Entretanto, outro relatório publicado pela First Australian Resources, referente ao último quadrimestre de 2010 e publicado em 27 de Janeiro de 2011, confirma a descoberta de petróleo nos blocos Sinapa e Esperança, com reservas de petróleo de 240 milhões de barris, sendo que, no poço Sinapa (bloco 2), o crude se encontra a cerca de 30 metros de profundidade (em águas pouco profundas). O mesmo documento projecta igualmente uma capacidade prospectiva de 219 milhões de barris de petróleo no poço Sardinha.

Um recente relatório da companhia petrolífera Far Limited, publicado em Janeiro último, diz que para o ano em curso está prevista a perfuração de dois poços, um dos quais no Sinapa, onde a empresa vai pagar 21,3% do valor investido, enquanto a Svenska vai cobrir os restantes 78,57%. A FAR Limited adianta ainda que, no bloco 4, no poço Esperança, a Svenska possui 55% das acções, a FAR Limited 15% e a Petroguin os mesmos 30% que possui no Sinapa.

A exploração de petróleo na Guiné-Bissau data de há 40 anos, sendo a Exxon a pioneira na exploração petrolífera naquele país. A exploração e a perfuração continuaram durante os anos 90, com a ELF e a Pecten, com relativo sucesso.

JOEL ANITO COSTA, 2012-05-16 15:14:00

via Facebook.

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